Mais de 60% dos consumidores afirmam preferir a compra online porque economiza em tempo e no próprio preço do produto

Com a intenção de mapear mudanças do comportamento do consumidor no varejo ante as facilidades das compras online, o Google encomendou um estudo sobre as novas experiências de consumo ao Float/Quantas, que constatou a demanda por hiperconveniência. Foram entrevistados mais de dois mil internautas das classes A, B e C em todas as regiões do país.

O estudo aponta que 79% dos consumidores sempre pesquisam antes de comprar. E o ato de pesquisar, acrescenta a pesquisa, reduz um possível sentimento de culpa no caso de uma compra por impulso ou não planejada, para mais de 65% dos consumidores consultados.

Para alguns produtos a pesquisa começa antes da compra, para outros só na hora mesmo; 24% dos consumidores declaram continuar pesquisando mesmo após realizar a compra e 8 em cada 10 acreditam que pela internet não existe horário comercial. Aliado a isso, as buscas por “aberto agora” cresceram seis vezes nos últimos dois anos. Em especial as buscas por “farmácia 24h entrega a domicílio” cresceram duas vezes no último ano.

A baixa tolerância dos consumidores à fricção (ao incômodo) é outro sinal da ‘hiperconveniência’, acrescenta o estudo. Mais de 60% dos consumidores consultados afirmam preferir a compra online porque acreditam economizar em tempo, deslocamento, estacionamento e no próprio preço do produto.

No entanto, ao mesmo tempo, 7 em cada 10 concordam que o valor do frete é a maior razão de desistir de comprar online e 7 em cada 10 também concordam que a demora na entrega é a maior desvantagem nesse tipo de compra.

Outra conclusão do estudo, que segundo especialistas não pode ser ignorada, é que 6 em cada 10 consumidores ficam chateados quando perdem alguma promoção/oferta/desconto, mesmo sendo de algo que não estavam planejando comprar.


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