Concessões de rodovias goianas, Saneago e outras estatais despertaram interesse de investidores na França, diz Mabel

Biocombustíveis, energias renováveis, farmoquímico, mineração, alimentação e processamento de grãos são os principais setores que os franceses demonstraram interesse em investir em Goiás. A informação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, ao manifestar otimismo nesta sexta-feira (7) com os resultados do 6º Fórum Econômico Brasil-França, realizado na quarta-feira (5), em Paris.

De acordo com Mabel, também chamaram a atenção dos investidores franceses os editais de concessões de rodovias goianas, da Saneago e de outras empresas do Estado, que estão sendo elaborados pela Goiás Parcerias. Segundo ele, o potencial de Goiás despertou interesse de empresas francesas que já estão no Brasil, como a Sanofi, da área farmacêutica, e a Engie, dona da Usina de Cana Brava, localizada em Cavalcante, no Tocantins.

O evento reuniu quase 200 empresários franceses, escritórios de advocacia, representantes dos Ministérios das Relações Exteriores e os embaixadores dos dois países. “Nosso encontro aconteceu na quarta-feira (5/06) e nesta sexta-feira (7) recebemos pedidos de agendamentos de encontros e de mais informações sobre as oportunidades de negócios em Goiás. Todos ficaram impressionados com o potencial do Estado, bem como de Mato Grosso e Santa Catarina, que integraram a comitiva”, afirmou.

A apresentação feita pelo presidente da Fieg, com o apoio da Secretaria de Indústria e Comércio, destacou a localização estratégica do Estado, os programas de incentivos fiscais do Estado, crédito especial para investimentos, indicadores econômicos e sociais, além das oportunidades de negócios. “Também deixei claro que os franceses podem trazer indústria para Goiás, que nós vamos treinar a mão de obras”, frisou.

O ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, encarregado do Programa de Parceria de Investimento, e Adalberto Santos de Vasconcelos, secretário especial do PPI da Presidência da República, também falaram sobre Parceria Público-Privada (PPP) e a Agenda de Privatização: as Oportunidades do Brasil.


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