O setor de serviços foi o que mais gerou novos postos em Goiás e no Brasil

Com a criação de 5.997 novos empregos formais, Goiás conquistou o 1º lugar no Centro-Oeste e ficou em 7º lugar no ranking nacional em fevereiro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta segunda-feira (25). O setor de serviços criou 4.022 novas vagas formais, seguido pela agropecuária, com 1.270; indústria de transformação, 418; comércio, 309; construção civil, 20; e serviços industriais de utilidade pública, 13. O setor extração mineral registrou 54 demissões.

Entre os cinco municípios que mais geraram empregos, Goiânia foi responsável pela maioria da criação de vagas formais (1.583), seguida por Anápolis (730), Aparecida de Goiânia (383), Itumbiara (315) e Valparaíso de Goiás, com 250.

Já o mercado de trabalho brasileiro criou 173.139 empregos com carteira assinada em fevereiro. O resultado de fevereiro ficou bem acima do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro. As projeções eram de geração de 45.000 a 135.795 vagas, com mediana de 82 mil postos de trabalho.

“Há sinal de que retomada de empregos será consistente em 2019. O Caged registrou o melhor resultado para fevereiro desde 2014, quando foram criados 260 mil empregos”, afirmou o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. “Construção civil, serviços e atacado apresentaram recuperação importante de empregos. A perspectiva é de que retomada de empregos se mantenha nos próximos meses”, completou. No acumulado do primeiro bimestre do ano, o saldo do Caged é positivo em 211.474 vagas.

O salário médio de admissão nos empregos com carteira assinada teve alta real de apenas 0,06% em fevereiro de 2019 ante o mesmo mês de 2018, para R$ 1.559,08, segundo dados do Caged. Na comparação com janeiro, houve queda de 4,13%. O maior salário médio de admissão em fevereiro ocorreu na administração pública, com R$ 2.272,56. Já o menor salário médio de admissão foi registrado na agropecuária, com R$ 1.340,50. (Com agências)


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