Estado reduz o Protege cobrado de empresas

Estado reduz o Protege cobrado de empresas

1 de julho de 2022

Governador anuncia medida em evento na Adial Goiás

O governador Ronaldo Caiado assinou ontem à noite (30/6) um decreto que reduz de 15% para 10% a contribuição do setor industrial e de usinas para o Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege). A medida terá vigor entre julho e dezembro de 2022. O anúncio ocorreu durante encontro com representantes do segmento, realizado pela Adial Goiás.

O governo afirma que a iniciativa tem como objetivo promover alívio financeiro ao contribuinte. Caiado explicou que a redução da taxa é possível graças à reorganização da máquina pública. E disse apostar no setor industrial como um agente capaz de criar novos postos de trabalho, apontado como a principal política social que existe.

“Goiás hoje é o 6º lugar no Brasil em geração de empregos, alavancado pelos empresários. Mostra que essa parceria direta, a confiança no Estado e a reciprocidade dos empresários só dão frutos positivos”, frisou.

“Quanto mais diminuirmos a burocracia, mais teremos condições de alavancar o Estado”, afirmou Caiado. O governador também destacou as políticas adotadas pelo Estado para amparar a população mais vulnerável, com apoio do Fundo Protege. “Mostramos que o trabalho com o dinheiro de vocês está sendo feito corretamente”, comentou.

O presidente da Adial, José Garrote de Souza, destacou o diálogo e a parceria como pilares da relação construída junto à atual gestão do Estado. “Sempre disse e defendo lutar não só pela indústria, mas pelo desenvolvimento de Goiás, e que precisa ter o apoio público-privado para que pudéssemos, de mãos dadas, avançar para a vanguarda. Goiás tem tudo para isso. E está acontecendo porque existe diálogo”, afirmou.

AgreGO

O secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, lembrou do projeto de agregação de valor para o setor industrial de Goiás (AgreGO), que nesta sexta-feira (1º/07) completa um ano. Nesse período, especialistas elencaram recomendações de como tornar o Estado mais competitivo. Das nove ações selecionadas como prioritárias, oito estão em vigor.

Entre as políticas já implementadas estão o ProGoiás, o novo sistema do ITCD e a mudança da data para recolhimento do ICMS. Agora, o Estado trabalha para implementação de outras ações: o E-Commerce (crédito outorgado para empresas que realizam exclusivamente operações interestaduais via internet destinadas a não contribuintes do imposto); o estímulo para geração de energia por fontes renováveis; e o esmagamento de soja, com crédito outorgado de 5% para 7%.

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