Delivery já responde por 40% das vendas do Cateretê

Delivery já responde por 40% das vendas do Cateretê

14 de dezembro de 2021

Os sócios do Cateretê:  Newton, Maria Beatriz, Walquiria e Eberth

Um dos mais tradicionais restaurantes de Goiânia completou 25 anos em novembro consolidando seu serviço de delivery. Forçado a se adaptar pela crise provocada pela pandemia de Covid-19, como a maioria das empresas do ramo, o serviço de entrega do restaurante bateu em 4 mil pedidos em outubro e se tornou um importante componente no faturamento, pulando de meros 3% antes da pandemia para os atuais 40%, segundo o gerente Emerson Tokarski.

“Nos preparamos para isso, criando pratos individuais, o que não tínhamos, aumentamos nossa produtividade na cozinha e implantamos uma logística para atender ao delivery próprio e por aplicativo, mas esse crescimento em 10 meses nos surpreendeu”, comenta Tokarski afirmando que o serviço é um caminho sem volta. “Sim, veio pra ficar e seguiremos dando uma atenção especial a ele”.

Mas a direção do restaurante, no entanto, ressalta Tokarski, está satisfeita com a retomada do atendimento presencial, hoje próximo de 80% e caminhando para a normalidade, diz. Para sustentar essa retomada, o Cateretê comemora a maturidade completada em novembro e prepara novidades nas duas unidades que tem na capital. Segundo Tokarski, o primeiro e maior restaurante, da Avenida T-2 no Setor Bueno, passará por reforma.

A ideia é renovar e melhorar os espaços do restaurante mantendo a proposta de ter um ambiente aberto, arejado e confortável. “Vamos inovar também na realização de eventos, com atrações musicais ao vivo que combinem com a casa”, diz Tokarski lembrando que a mesma estratégia será levada à unidade do Jardim Goiás. Uma repaginada na logomarca, que nasceu inspirada na catira, também está nos planos da empresa para o ano que vem.

Carne fresca à mesa

A história do Cateretê começou em 1996, quando os empresários Newton Pereira, Maria Beatriz Tokarski Pereira, Walquiria Tokarski Vêncio e Eberth Franco Vêncio foram buscar em Belo Horizonte (MG) o conceito que queriam para a casa. A ideia era preparar carnes nobres na chapa, em especial a picanha maturada, acompanhadas de guarnições que o goiano aprecia, como arroz, mandioca, vinagrete e feijão tropeiro.

Outra proposta que chamou a atenção da clientela foi apresentar à mesa a carne fresca escolhida no cardápio antes do preparo. O espaço aberto e aprazível, além do bom atendimento, finalizava a proposta do Cateretê, que virou uma das referências de almoço em família na capital. Para o futuro, Emerson Tokarski diz que abrir novas unidades não está descartado, mas o foco agora é na retomada pós-pandemia e consolidação dos novos serviços.

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