Setor de serviços cai em setembro em Goiás, mas aponta recuperação

Setor de serviços cai em setembro em Goiás, mas aponta recuperação

12 de novembro de 2021

O volume de serviços prestados em Goiás caiu 2,2% em setembro na comparação com agosto, após crescimento de 2,1% no mês anterior. Mesmo assim, o setor vem demonstrando recuperação frente aos impactos causados pela pandemia do coronavírus, mostram os dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando comparado com setembro de 2020, o setor de serviços cresceu 10,8%, sendo o oitavo aumento consecutivo. No acumulado de 2021 (até setembro), subiu 14,5% e, nos últimos 12 meses, a alta foi de 10,1% no Estado.

Em relação a setembro de 2020, das cinco atividades que compõem o setor de serviços, , quatro apresentaram crescimento. O destaque foi a atividade de serviços prestados às famílias, que cresceu 54,9%, sendo a sexta alta seguida. Já o volume dos serviços profissionais, administrativos e complementares teve aumento de 11,1%, a 16ª alta consecutiva. Os serviços de informação e comunicação avançaram 7,3%, sétima taxa positiva consecutiva, após 28 quedas consecutivas, acumulando no ano crescimento de 3,8%. O serviço de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio avançou 4,6% de avanço. O setorOutros serviços foi a única atividade que registrou queda, chegando a 9,4%.

Em setembro de 2021, o índice de atividades turísticas em Goiás subiu 2,5% em relação ao mês de agosto do ano corrente, sendo a segunda alta seguida após a queda no mês de julho (-3,3%). Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor cresceu 42,7%, sendo o sexto aumento seguido. Com isso, o turismo goiano já acumula alta de 42,3% em 2021 e 22,2% nos últimos doze meses.

Brasil
No país, o volume do setor de serviços caiu 0,6% em setembro, registrando queda em 20 das 27 unidades da Federação em setembro, na série com ajuste sazonal. Além de Goiás, com que de 2,2%, apresentaram recuo Sergipe (-5,7%), Acre (-4,8%), Tocantins (-3%), Alagoas (-3%), Rondônia (-2,3%) e Pernambuco (-2,2%). Por outro lado, os principais crescimentos foram em Roraima (10,6%), Mato Grosso do Sul (3,6%), Distrito Federal (2,9%), Amazonas (2,2%) e Rio de Janeiro (2,0%).

Com isso, foi interrompida a sequência de taxas positivas nos cinco meses anteriores. No período, o ganho acumulado ficou em 6,2%. Mesmo com o recuo de setembro, o setor ainda ficou 3,7% acima do patamar pré-pandemia, de fevereiro do ano passado. No entanto, está 8% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014.

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