Desemprego recua para 12,4% em Goiás

Desemprego recua para 12,4% em Goiás

31 de agosto de 2021

A taxa de desemprego em Goiás recuou para 12,4% no segundo trimestre de 2021, registrando queda de 1,1 ponto porcentual em relação aos três primeiros meses do ano (13,5%) e índice menor quando comparado aos 12,8% do mesmo trimestre de 2020. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar Contínua (PNAD), divulgada nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Em números absolutos, o resultado representa 447 mil desocupados no Estado entre os meses de abril e junho. A taxa estadual foi 1,7 ponto percentual menor que a nacional (14,1%). Com isso Goiás se posicionou como o oitavo estado com a menor taxa de desemprego do País.

Conforme a pesquisa, Goiás possuía 3,61 milhões de pessoas na força de trabalho (incluindo subocupados por insuficiência de horas) e desocupados no trimestre de 2021. Conforme o IBGE, a taxa de desemprego é o percentual de pessoas desocupadas em relação às pessoas na força de trabalho durante o período analisado.

No Brasil, a taxa de desocupação recuou para 14,1% no segundo trimestre deste ano, uma redução de 0,6 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre. Apesar da diminuição na taxa, o país ainda soma 14,4 milhões de pessoas na fila em busca de um emprego.

Informalidade
A taxa de informalidade permaneceu estável em Goiás no primeiro trimestre de 2021 quando comparada com o trimestre imediatamente anterior. A quantidade de trabalhadores dessa categoria foi estimada em 1,32 milhão de pessoas, o que representava 41,7% da população ocupada, enquanto o estimado no trimestre anterior foi de 1,27 milhão de pessoas (40,9% da população ocupada). Assim, Goiás ficou acima da taxa média nacional que foi de 40,6% para o segundo trimestre de 2021.

A taxa de informalidade considera as seguintes categorias: empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada; empregadores sem registro no CNPJ; trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ; trabalhadores familiares auxiliares.

O emprego formal também registrou estabilidade na comparação entre primeiro trimestre de 2021 e o mesmo período de 2020. O setor privado registrou aumento de 23 mil trabalhadores com carteira assinada frente ao trimestre de janeiro a março de 2021, enquanto os trabalhadores domésticos com carteira assinada aumentaram em 1 mil empregados. Na mesma comparação, houve perda de 3 mil empregadores com CNPJ e aumento de 7 mil empregados do setor público com carteira assinada. Já a categoria dos trabalhadores por conta própria com CNPJ teve redução de 9 mil trabalhadores. No total, cerca de 3,17 milhões de pessoas estavam ocupadas no período analisado pela pesquisa.

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