Desemprego estável, informalidade em alta

Desemprego estável, informalidade em alta

2 de agosto de 2021

Apesar da taxa de desemprego estar estável no Brasil, avança o número de trabalhadores na informalidade, que atualmente bate em 40%. Ainda o número de trabalhadores subocupados, aqueles que trabalham menos horas do que gostariam, bateu recorde, com mais de 7,3 milhões no País. Para especialistas, mesmo após o fim da crise causada pela pandemia, o Brasil não deve registrar uma taxa de desemprego inferior a cerca de 10%. Isso se deve ao baixo nível de formação da mão de obra, alto índice de rotatividade e informalidade, e elevado custo de contratação.

O ministro Paulo Guedes (Economia) chegou a colocar em dúvida o índice de desemprego calculado pelo IBGE, após a divulgação de que ficou em 14,6% no trimestre encerrado em maio. “A Pnad do IBGE está muito atrasada metodologicamente, pesquisa feita por telefone. É muito superior a metodologia do Caged, ela vem direto das empresas. Nós vamos ter inclusive que rever, acelerar os procedimentos do IBGE porque ele ainda está na idade da pedra lascada”, disse.

Especialistas, no entanto, criticaram a possível mudança já que diferente do Caged, que só capta o movimento do mercado formal, o IBGE considera a situação de autônomos e informais.

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