Sal e Arte Casa Gourmet se reinventa e supera Covid-19

Sal e Arte Casa Gourmet se reinventa e supera Covid-19

19 de fevereiro de 2021

Marcello, Meire e Celma Oliveira fizeram mudanças na Sal e Arte Gourmet, que voltou a crescer mesmo na pandemia

Enquanto a pandemia não chega ao fim, empresários tentam manter seus negócios. Criatividade, empreendedorismo e marketing digital fazem parte do pacote de medidas para sobreviverem. A palavra de ordem do mercado é reinventar-se. Com a Sal e Arte Casa Gourmet, não foi diferente. Há dois anos instalada no Jardim Goiás, em Goiânia, a empresa sentiu a crise econômica provocada pelo Covid-19 ao registrar queda em torno de 50% no faturamento nos primeiros meses. O desafio movimentou a empresa das irmãs Meire Oliveira e Celma Oliveira.

As mudanças realizadas ao longo de nove meses trouxeram alterações no formato, com a contratação de novos colaboradores e aos poucos, com a flexibilização das normas do governo, o negócio começou a entrar nos eixos novamente. Nos últimos meses, apresentou crescimento de 10% a 15% mês.

O local, que nasceu como rotisseria, padaria e um lugar para lanches rápidos, teve que buscar alternativas para atrair nova clientela. O gerente administrativo, Marcello Silva de Oliveira, conta que a crise trouxe uma janela de oportunidades de crescimento. “Surgiram várias ideias que foram filtradas. Estudamos e implementamos algumas ações desde maio de 2020, que deram um up grade”, explica.

O trabalho eficaz nas redes digitais foi muito importante para a empresa, que conta atualmente com mais de seis mil seguidores no Instagram. Marcello ressalta que, além da divulgação boca a boca, marcar presença na rede digital com publicações planejadas tem sido imprescindível. “Como trabalhamos com produtos de alimentação, as postagens ajudam a sugerir vários itens. Muitos clientes chegam aqui e já sabem o que querem comprar”, avalia.

Mudanças

A Sal e Arte deu mais espaço para os produtos de panificação, doces, lanches e almoço no local, bem como  passou a oferecer o café colonial por quilo, aos sábados e domingos. Também foi instalado o conceito de empório, com prateleiras e itens de mercado. A empresa é pet friendly (aceita animais de estimação) no espaço da varanda.

“Aumentamos o portfólio de produtos vendidos com objetivo de fidelizar os clientes e atrair novos”, conta o gerente. Mas as mudanças não pararam por aí. Para otimizar os colaboradores e todos os equipamentos de ponta da empresa, decidiram incluir no negócio, a produção de alguns itens em escala industrial.

O primeiro foi a peta, que agora leva o nome de Dona Pêta. A ideia deu certo e uma rede de empório de Goiânia, com duas lojas na capital e outras em Catalão, Anápolis e Itumbiara, vai comercializar o produto. A produção, que era de cerca de 150 pacotes por semana para abastecer a padaria, passou para 500 pacotes. A ideia é expandir ainda mais a produção.

Outros itens estão em fase de avaliação para também serem produzidos em grande escala, como o ‘Bolloso’, um bolo no pote diferenciado dos oferecidos no mercado.

Com receita própria, ele tem maior durabilidade e em temperatura ambiente pode ser consumido em até cinco dias. Segundo Marcello, é esperado que esses produtos atinjam grande escala em pouco tempo. “As mudanças até agora foram muito positivas e vamos continuar nesse processo de reinvenção. É importante buscar alternativas para melhor atendermos nossos clientes”, frisou.

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