Trinus Co. projeta vendas de R$ 60 bilhões até 2025

Trinus Co. projeta vendas de R$ 60 bilhões até 2025

28 de setembro de 2020


Diego Siqueira: “A expectativa é multiplicar por 10 a quantidade de empreendimentos imobiliários investidos”

A primeira landtech do mundo acaba de nascer em Goiás. É a Trinus Co. que se consolida reunindo sob uma marca empresas alinhadas a um mesmo propósito: TG Core – gestora de fundos focada no segmento imobiliário, e suas parceiras: a Serv+ – que cuida da parte de governança dos empreendimentos e a TBS Law responsável por toda parte jurídica da operação.

Segundo o diretor da Trinus Co., Diego Siqueira, landtech é uma nova nomenclatura do mercado que une empresas ligadas ao propósito de um grande negócio, no caso deles os fundos imobiliários. O termo nasce da junção de três conceitos já conhecidos – o mercado financeiro – fintech, o imobiliário – proptech e o mercado legal – o lawtech.

A holding Trinus Co., criada em 2009, foi idealizada por Diego Siqueira e Giovanna Dutra e engloba várias empresas, entre elas a TG Core que é gestora de fundos de investimentos focada no segmento imobiliário. A parceria de três empresas com o mesmo propósito faz parte do movimento que a marca está executando, sustentado pelo tripé – ter, fazer e entregar – para se consolidar no mercado. A expectativa é multiplicar por 10, até 2025, a quantidade de empreendimentos imobiliários investidos, passando dos atuais 140 para mais de mil, e aumentar de R$ 3,6 bilhões para R$ 60 bilhões o Valor Geral de Vendas (VGV), sob a gestão da subsidiária TG Core no fundo imobiliário TG ATIVO REAL (TGAR11).

A landtech Trinus Co. se propõe a reinventar o mercado habitacional com o objetivo de oferecer soluções para quem quer investir, construir ou adquirir imóveis. Diego Siqueira diz que a proposta da marca é modificar o setor habitacional a partir da desburocratização, democratização e da inovação. “Os grandes fundos de investimentos atuam basicamente na região Sudeste. Porém, 80% do mercado brasileiro não era assistido, sobretudo, os empreendedores imobiliários regionais. Neste vácuo é que surgiu o TGAR11 que já atua em 9 Estados – Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Bahia, Piauí e São Paulo (interior)”, afirmou.

Com sede em Goiânia, num edifício corporativo ocupando quatro pavimentos, e um escritório em região nobre na capital paulista, com uma equipe de mais de 300 pessoas, a Trinus Co. tem atraído milhares de clientes. De acordo com o idealizador da marca, são dois tipos de investidores: as pessoas físicas que estão migrando para os fundos imobiliários em busca de melhores rendimentos, já que o fundo tem como alvo dividendos de 10% ao ano, enquanto a taxa Selic é de 2%. E o empreendedor imobiliário regional que busca parceria estratégica para alavancar o negócio, contando com a governança administrativa e os suportes financeiro e jurídico para desenvolver os projetos.

Mesmo na pandemia provocada pela Covid-19, o mercado de fundos de investimentos está crescendo muito, frisa Diego Siqueira. Ele cita que, em maio, o fundo TGAR11 investiu em um condomínio fechado em Goiânia, o Portal Green, do Portal Golf e nos meses de junho, julho e agosto, bateu recorde de vendas. “Com o isolamento imposto pela pandemia, as pessoas estão repensando a questão da moradia, priorizando espaço individual e mais conforto”, observa. A Trinus Co. quer transformar a forma de morar do brasileiro, apoiando o mercado imobiliário com mais governança, tecnologia, financiamentos sem burocracia e sustentabilidade.

O portal Empreender em Goiás é uma iniciativa privada com a missão de incentivar a abertura e o crescimento de empresas. Contamos com os melhores parceiros para gerarmos notícias, análises, pesquisas, serviços e oportunidades de negócios.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Não será publicado.

2 thoughts on “Trinus Co. projeta vendas de R$ 60 bilhões até 2025”

  1. Avatar Ludmila Cruvinel disse:

    Excelente. Em vcs eu confio.

  2. Avatar João Carlos disse:

    Vixxi. Microsoft vai ter que receber royalties pelo uso intensivo em excel, pq pelo o que conheço, a tecnologia deles é essa.