Justiça goiana também autoriza concessionárias e construção em Goiânia

Justiça goiana também autoriza concessionárias e construção em Goiânia

2 de julho de 2020

O desembargador Gerson Santana Cintra, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, concedeu liminar na noite desta quinta-feira (02/04) que permite o comércio de peças automotivas e o funcionamento das oficinas das concessionárias de veículos, por serem consideradas atividades essenciais. A decisão beneficia apenas as empresas filiadas ao Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos Automotores de Goiás (Sincodive-GO), as quais geram quase 10 mil empregos diretos.

Hoje uma decisão da Justiça goiana também autorizou o funcionamento do comércio varejista e atacadista e outra liberou o andamento de obras da construção civil na capital. Todas elas revogam os efeitos do decreto estadual nº 9.685, de 29 de junho de 2020, que instituiu a quarentena alternada na capital, em que os serviços não essenciais teriam de ficar fechados por 14 dias e depois reabririam por igual período.

“Nossa atividade de comércio de peças automotivas e de oficina é essencial para a manutenção de ambulâncias, viaturas policiais, bem como de veículos que atendem as áreas de alimentação, comunicação e serviços de energia elétrica e água, além da administração pública direta e indireta, dentre outros”, frisou o diretor executivo do Sincodive-GO, Lincon Vargas da Silva. Além do mais, acrescentou que, ao realizar assistência técnica preventiva e corretiva de veículos, o setor ajuda a reduzir a concentração de pessoas no transporte público, possibilitando aos proprietários utilizá-los no dia a dia.

Construção civil
A juíza Jussara Cristina Oliveira, da 3ª Vara da Fazenda Publica Municipal de Registros Públicos da Comarca da Goiânia, concedeu liminar à Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) nesta quinta-feira (2), autorizando o andamento das obras do setor da construção civil em Goiás e reforçando o direto à igualdade e os esforços das incorporadoras e construtoras na estrutura de prevenção à Covid-19 nas obras das associadas.

Para o presidente da Ademi-GO, Roberto Elias, a Justiça corrigiu uma injustiça, uma desigualdade. “Não fazia qualquer sentido as obras públicas continuarem os trabalhos e as obras privadas, onde as empresas fizeram investimentos na saúde do trabalhador são grandes, e neste momento de pandemia eles cresceram. O que queremos é manter os mais de 17 mil empregos e o andamento programado de suas obras”, frisou.

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