Leandro Pires: “Um das metas do proejto é propiciar o desenvolvimento e crescimento das marcas”

Com intuito de fomentar o mercado da moda no Estado, o Sebrae promove a segunda edição do  (GFB), que será realizada até sábado (23), em Goiânia. O encontro oferece ampla programação de capacitação técnica e de conhecimento ao setor, que faz da capital um dos principais polos de moda no Brasil, movimentando a economia e gerando empregos. De acordo com o consultor do Sebrae Leandro Pires, uma das metas do projeto é potencializar os envolvidos do setor, seus empreendimentos e fortalecer a permanência das micro e pequenas empresas em um mercado competitivo.

Thaís Oliveira, também consultora da instituição, explica que o evento está centrado em quatro eixos do setor da moda: têxtil e vestuário, couro e calçados, cosméticos, acessórios e jóias. A participação é gratuita e asinscrições são feitas no Sebrae, local do GFB. Segundo ela, esta é uma oportunidade para empreendedores e apaixonados pela moda aprenderem sobre mercado, marketing, vitrinismo e outros temas ligados ao setor.

Com um crescimento diário neste setor, Goiás abriga 2.906 indústrias com 20.274 empregados, segundo levantamento da Rais/Ministério do Trabalho e Emprego/2018. Goiânia se destaca como o segundo maior polo confeccionista e de distribuição de vestuário no Brasil. Trata-se da Região da 44, nas imediações do centro da cidade.

De acordo com a Associação Empresarial Região da 44 (AER 44), esse mercado movimentou até janeiro a agosto cerca de R$ 4,6 bilhões, uma média de 570 milhões por mês em vendas, recebendo compradores de todo o País. “No ano de 2019, os negócios na região deverão movimentar quase R$ 7 bilhões”, prevê o presidente da AER, Jairo Gomes.

“Com todo este arrojo e promessas positivas, é necessário dar atenção aos lojistas e empreendedores”, observa o consultor do Sebrae Leandro Pires, ao afirmar que a qualificação dos empresários melhorou muito, “mas como a moda é dinâmica é indispensável o conhecimento contínuo, daí a realização do 2º GFB”. Importante para o Estado e para a capital, a indústria da moda trabalha com um produto denominado “híbrido”, aquele que integra as indústrias de transformação e cultural. Também está entre os segmentos da Economia Criativa, a que mais gera renda e lucratividade.


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