Vendas de artigos de uso pessoal e doméstico cresceram 18,3% em setembro no Estado

As vendas do comércio varejista goiano cresceram 1,5% em setembro frente a agosto de 2019, na série com ajuste sazonal. O percentual de aumento foi o dobro registrado a nível nacional, que chegou a 0,7% na mesma base de comparação, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando comparamos setembro de 2019 com o mesmo mês de 2018, as vendas aumentaram 1,8%, após cinco meses de variações negativas consecutivas, enquanto o volume do varejo nacional teve alta 2,1%, na mesma base de comparação. No acumulado em 2019, o avanço é de apenas 0,2%, enquanto o nacional é de 1,3% na mesma base de comparação.

Já o comércio varejista ampliado goiano (que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção) registrou crescimento de 4% em setembro de 2019, quando comparado com agosto de 2019, na série com ajustes sazonais, melhor resultado do ano 2019.

A nível nacional, as vendas avançaram 0,9%. Quando comparado com setembro de 2018, o volume de vendas do comércio varejista goiano ampliado também apresenta alta de 5,7%, enquanto a nível nacional o aumento foi de 4,4% na mesma base de comparação.

De acordo com o IBGE, as vendas de veículos e motos, partes e peças subiram 14,2%

Destaques

De acordo com o IBGE, das 10 atividades pesquisadas do comércio varejista ampliado goiano, 7 registraram aumento em setembro, quando comparadas com o mesmo de 2018, com destaque para Outros artigos de uso pessoal e doméstico (18,3%), seguido de veículos e motos, partes e peças (14,2%), equipamentos e materiais para escritório informática e comunicação (13,7%) e por fim móveis e eletrodomésticos (6,3%). Esse último puxado principalmente pelo avanço em eletrodomésticos (1%). O aumento nas vendas de móveis em 24,1% registrou a maior alta do país.

A atividade de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,3%) apresentou em setembro de 2019 o primeiro avanço após seis quedas consecutivas, bem como a atividade de Móveis e eletrodomésticos (6,3%) que registrou alta após quatro quedas consecutivas. A variação observada para Equipamentos e materiais para escritório informática e comunicação (13,7%) foi a melhor do ano 2019, ficando atrás apenas de abril de 2019, quando apresentou 11,9%.

Os setores que apresentaram as maiores variações negativas foram o de livros, jornais, revistas e papelaria (-35,2%), combustíveis e lubrificantes (-6,8%) e tecidos, vestuário e calçados (-3,2%).


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