Quase 54% da população de Goiás possui rendimento domiciliar per capita de no máximo um salário mínimo e a metade tem rendimento domiciliar per capita de até R$ 904, aponta a pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2018, que analisa as condições de vida da população brasileira, divulgada nesta quarta-feira (6/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Veja abaixo os principais destaques da Síntese de Indicadores Sociais 2018 no Estado de Goiás e anexo o resumo de cada indicador elaborado pelo IBGE.

 

NÚMEROS DE GOIÁS

 

  1. 54% da população do Estado possui rendimento domiciliar per capita de no máximo um salário mínimo
  2. Proporção de pessoas abaixo da linha da miséria em Goiás quase dobra em seis anos
  3. Em Goiânia, as mulheres ganham em média quase 800 reais a menos que os homens
  4. Percentual de empregados com carteira assinada atinge o menor valor da série histórica em Goiás
  5. Goiás possui o quarto maior percentual de pessoas que começaram a trabalhar com idade até 14 anos
  6. Metade da população de Goiás tem rendimento domiciliar per capita de até R$ 904
  7. Os 10% da população que possuem os maiores rendimentos detêm mais de 1/3 do total de rendimentos do Estado
  8. 75% das pessoas com os menores rendimentos são de cor preta ou parda
  9. Metade da população de cor preta tem rendimento domiciliar per capita de até R$ 730,00
  10. Goiás está entre os Estados que menos possuem plano de carreira para profissionais da educação não docentes nos municípios
  11. 46% da população residente em Goiás não possui esgotamento sanitário por rede coletora ou pluvial
  12. 59,2% das pessoas abaixo da linha da pobreza possuem restrição ao acesso a serviços de saneamento básico
  13. Taxa de desocupação em Goiás sobe 4,1 pontos porcentuais em seis anos e é maior entre as mulheres, pessoas de cor preta ou parda e os mais jovens
  14. Rendimento médio em Goiás e retorna ao patamar de 2012
  15. Rendimento de quem possui ensino superior completo é 2,2 vezes maior do que daqueles que possuem ensino médio completo ou superior incompleto
  16. Cresce o percentual de empregados sem carteira assinada e de trabalhadores por conta própria que contribuem para a previdência
  17. Distribuição percentual de quem não trabalha e não estuda cai em Goiás e em Goiânia
  18. Aposentadorias e pensões aumentam participação no rendimento domiciliar per capita em Goiás
  19. Índice de Gini cai em Goiás e Goiânia, mas sobe no Brasil
  20. Em 2018, maioria dos alunos da Educação Infantil frequentava a rede pública e maioria dos estudantes de Ensino Superior frequentava universidades privadas

Confira os indicadores completos de Goiás:

Indicadores Sociais de Goiás – 2018


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