O número de empresas ativas da indústria da construção, com 5 ou mais pessoas ocupadas, cresceu 3% em Goiás (1.830 unidades) em 2017 em relação a 2016 (1.777 unidades), interrompendo a série de quedas iniciada desde 2015. Nesse item, Goiás e Pará foram os únicos Estados que apresentaram avanço no Brasil.

De acordo com a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), do IBGE, com relação ao Centro-Oeste, Goiás também é o Estado com maior representatividade percentual no setor da indústria da construção, para todos os indicadores avaliados. Na comparação entre as unidades da federação, Goiás alcançou a 8ª colocação em número de empresas ativas, superando o estado de Pernambuco que em 2016 possuía 1.819 empresas e recuou para 1.602 em 2017.

Mesmo com o crescimento do número de empresas da indústria da construção no Estado em 2017, Goiás registrou o menor quantitativo de pessoal ocupado em 9 anos (54.899 pessoas), queda de 9,7% em relação a 2016 (60.793 pessoas) e de 38% quando comparado ao ano de 2013 (88.553 pessoas), que obteve o maior quantitativo de pessoal ocupado da série histórica.

As empresas da indústria da construção ocuparam 54,9 mil pessoas no Estado, sendo que os gastos com salários, retiradas e outras remunerações totalizaram R$ 1,595 bilhão em 2017, 8,3% menor do que o registrado em 2016 (R$ 1,740 bilhão).

Já no Brasil, as empresas ativas com 5 ou mais pessoas ocupadas empregaram 1,7 milhão de pessoas, e pagaram salários, retiradas e outras remunerações da ordem de R$ 49,763 bilhões, 7,9% menor do que 2016 (R$ 54,062 bilhões).

A Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) verificou que as empresas do setor, com 5 ou mais pessoas ocupadas, geraram R$ 9 bilhões em valor de incorporações, obras e serviços, no estado de Goiás em 2017, retração de 5,6% na comparação com o ano anterior, e alcançando o 3º ano consecutivo em queda. Para o País, o valor do mesmo item é de R$ 249,44 bilhões, 11,6% menor.


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