Goiás gerou 17.220 empregos no primeiro trimestre deste ano, quase a metade dos postos de trabalho gerados no Centro-Oeste (39.452). O resultado representa aumento de 1,44% na comparação com igual período do ano passado, numa demonstração que a economia goiana está em crescimento, apoiada pelas ações do Governo Estadual .

No mês passado, em Goiás foram admitidos 50.584 trabalhadores e desligados 45.262, gerando um saldo positivo de 5.312 empregos, um crescimento de 0,44% em relação a fevereiro. Com este resultado, o Estado se posicionou entre as cinco Unidades da Federação com os maiores saldos de (5.312), atrás de São Paulo (+30.459), Minas Gerais (+14.149), Rio Grande do Sul (+12.667) e Paraná (+6.514).

Também o saldo de empregos em março último foi o melhor dos últimos quatro anos. Em crescimento nominal ficou no segundo lugar no ranking nacional, com aumento de 0,44% em comparação a fevereiro passado, e perdeu apenas para o Rio Grande do Sul que cresceu 0,50%. Os resultados comprovam que Goiás continua puxando os bons indicadores de geração de empregos formais (com carteira assinada) no Centro-Oeste e no Brasil.

Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta sexta-feira (20/04) e compilados pelo Instituto Mauro Borges, da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan). No Brasil, foram criados 56.151 novos postos de trabalho em março, o que representou um aumento de 0,15% em relação ao estoque de fevereiro. O resultado é decorrente de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgados nesta sexta-feira (20/04) e compilados pelo Instituto Mauro Borges, da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan).

Das cinco regiões brasileiras, três apresentaram saldos positivos no emprego. O melhor desempenho foi no Sudeste, que teve um acréscimo de 46.635 postos. O Sul teve aumento de 21.091 vagas formais, seguido do Centro Oeste, que criou 2.264 novos postos. Os desempenhos negativos foram registrados no Norte (-231 postos) e no Nordeste (-13.608 postos). Os menores saldos de emprego ocorreram em Pernambuco (-9.689), Alagoas (-6.999), Mato Grosso (-3.018), Sergipe (-2.477), Pará (-787 empregos) e Mato Grosso do Sul (-646).

Setores

A agropecuária foi a grande geradora de empregos formais no Estado, no mês passado, com 2.471 vagas, seguida da indústria de transformação (1.219) e do comércio (995) e serviços (797). A indústria da construção civil (316) e a de extração mineral (73) também garantiram saldos positivos na criação de oportunidades de trabalho. As distorções foram registradas nos setores de serviços industriais de utilidade pública (-549) e da administração pública (-10).

Em Goiás, os municípios que mais garantiram vagas no mercado de trabalho, no mês passado, foram Cristalina (1.046), Goiânia (904), Formosa (695), Anápolis (414), Catalão (258) e Jataí (242).


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