Tiggo 4 será produzido ainda este ano pela Caoa Chery na fábrica de Anápolis e pode ser apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, a se realizar em novembro

O Tiggo 4 será o primeiro utilitário esportivo que a Caoa Chery vai montar na fábrica localizada em Anápolis, onde a Caoa já produz os modelos da Hyundai New Tucson, ix35 e os caminhões HR e HD78. Há possibilidade de o SUV ser apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo, a ser realizado em novembro. Depois, virão o Tiggo 7 e o Tiggo 8, com sete lugares.

O SUV Tiggo 4 tem semelhanças com o Renault Duster em tamanho e também no design. Ele é um pouco maior do que o Nissan Kicks e o Honda HR-V. Tem 4,37 m de comprimento, 1,83 m de largura e 1,65 m de altura, com 2,63 m de entre-eixos e suspensão traseira independente multilink. Outro concorrente é o Hyundai Creta.

O Tiggo 7 é baseado na mesma plataforma do 4. Porém, é maior a ponto de superar as dimensões do Jeep Compass: são 4,50 metros de comprimento, 2,67 metros de entre-eixos, 1,84 m de largura e 1,67 m de altura. Seu conjunto mecânico é o mesmo do Tiggo 4.

A produção dos dois utilitários em Anápolis foi confirmada recentemente pelo gerente de marketing e produto da Caoa Chery, Henrique Sampaio, durante a apresentação do Tiggo 2 automático, cujo modelo é montado na unidade de Jacareí, em São Paulo.

O Chery Tiggo 7 , com cinco lugares, será o segundo modelo a ser montado na unidade de Anápolis. Suas dimensões superam as do Jeep Compass

Sedãs

O sedã Arrizo 5, do tamanho do Volkswagen Virtus, será produzido na fábrica de Jacareí (SP). Tendo como concorrente o Honda City, o Arizzo 5 conta com motor 1.5 aspirado de 115 cv e 14,4 mkgf de toque, e opção de câmbio manual de cinco marchas ou automático do tipo CVT com simulação de sete marchas.

Entre 2019 e 2020, também estão previstos mais dois novos veículos da Caoa Chery no Brasil: o Arizzo 6 e o Tiggo 8, com sete lugares, que também deverá ser produzido em Anápolis.

Carro nacional

Sobre a possibilidade de um projeto criado especialmente para o mercado brasileiro, a Caoa Chery não descarta o desenvolvimento de um produto inteiramente novo, pensado para o público brasileiro desde sua concepção, porém, não exclusivamente para o mercado nacional.

“Para a realidade de hoje, com modelos cada vez mais globalizados, fazer um carro só para o Brasil não justificaria o investimento”, explica o presidente da Caoa Chery, Marcio Alfonso.


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