O programa Produzir, sucessor do Fomentar, vai ser atualizado para garantir ainda mais apoio aos empresários que queiram instalar ou expandir suas indústrias em Goiás. O anúncio foi feito nesta terça-feira (12) pelo secretário de Desenvolvimento Econômico (SED), Leandro Ribeiro, durante visita à diretoria da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg).

Ele adiantou que o governador José Eliton determinou que seja formada uma comissão, com representantes dos setores produtivos e dos trabalhadores, para estudar a legislação do Programa Produzir, que já está defasada e precisa ser, urgentemente, atualizada, para garantir a competitividade do Estado.

O presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, disse que a entidade quer interagir com o governo, participar das discussões da atualização da lei do Produzir e ajudar no desenvolvimento econômico de Goiás.

.Na noite de segunda-feira (11), numa reunião com empresários, promovida pela Adial Goiás, o governador propôs que se crie um ambiente de negócios adequado no Estado onde os empresários possam produzir, gerar empregos e renda, assegurando, assim, melhor qualidade de vida aos goianos. “Indústria rica, Estado rico. Indústria pobre, Estado pobre.

Leandro Ribeiro friou que o governo do Estado trabalha, por meio da SED, com o tripé calcado em orientações aos empresários, concessões de financiamentos a juros inferiores aos praticados no mercado e com a concessão do desconto de pagamento de ICMS, através do Produzir, para atrair novos investimentos e fomentar os já implantados em Goiás.

O presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira, disse que a Fieg quer interagir com o governo, participar das discussões da atualização da lei do Produzir e ajudar no desenvolvimento econômico de Goiás.

Num balanço de dois meses de atividades frente à SED, Leandro Ribeiro, relatou que o Governo já prospectou e apoiou a expansão de 110 empresas, em diversos ramos de atividades, que vão se instalar por todas as regiões do Estado, com investimentos superiores a R$ 2 bilhões.

Citou que a Agência de Fomento e o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) estão operando normalmente, oferecendo linhas de crédito e financiamentos, a juros menores aos praticados no mercado, para as empresas que queiram se instalar ou expandir suas atividades em Goiás.


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