Proposta arquitetônica para a entrada principal do Complexo

Com investimentos de R$ 178,2 milhões e geração de mais de 400 empregos diretos e indiretos na obra, será lançado na próxima quinta-feira, dia 15, o Complexo Empresarial Metropolitano Norberto José Teixeira (CEM), um novo condomínio fechado destinado a empresas e indústrias, que será implantado na Fazenda Santo Antônio, em Aparecida de Goiânia. O lançamento contará com a presença do governador Marconi Perillo.

Com área total superior a 2,2 milhões de metros quadrados, o equivalente a mais de 150 campos de futebol, o empreendimento terá um total de 331 lotes, sendo 268 do tipo industrial, empresarial, divididos em 963,5 mil metros quadrados; 62 comerciais, em 66,3 mil metros quadrados; além de uma área de quase 70 mil metros quadrados que reunirá mall, hotel e truckcenter.

Os compradores dos lotes receberão benefício de crédito outorgado do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), concedido pelo governo do Estado de Goiás. O início da comercialização dos lotes no local começará em junho deste ano. A projeção é que as obras do CEM sejam iniciadas em agosto e a entrega está prevista para o final de 2020.

Parceria

O empreendimento será erguido em terreno da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), por meio de parceria imobiliária, mas o CEM continuará em nome da Codego. As empresas privadas ABL Prime, Concreta Construtora e Máximo Construtora e Incorporadora, após vencerem processo de licitação, formaram uma sociedade de propósito específico e serão responsáveis por todo o custo de comercialização, obras e gestão do empreendimento. Toda a parte de legalização, aprovações e registros serão feitos em nome da Codego.

A área que abrigará o CEM pertence à companhia desde 2015 e foi avaliada no edital de concorrência de parceria imobiliária em R$ 47,3 milhões. O consórcio de empresas responsável pela implantação do empreendimento investirá estimados R$ 178,2 milhões, montante que inclui as obras de infraestrutura internas do complexo, como: redes de distribuição de água tratada, de coleta de esgoto e de distribuição de energia elétrica; iluminação, drenagem pluvial, e também a pavimentação das ruas e avenidas do complexo.

“Trata-se de um empreendimento imobiliário como outro qualquer, mas com a participação de uma empresa de economia mista (Codego) ”, informa Marcos Mineo, diretor técnico do consórcio. Pelo contrato a Codego terá direito a uma permuta financeira de 30% do resultado do projeto. “A parceria imobiliária possui inúmeras vantagens para a Codego, considerando que, na atual situação econômica, a companhia não possui recursos financeiros para a implantação do CEM”, informa o diretor técnico da Codego, Izelman Oliveira da Silva.


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