O governo de Goiás assinou na semana passada o contrato de concessão com consórcio privado para o início da construção do Complexo Empresarial Metropolitano (CEM), que será um condomínio industrial numa área de 2.269.922 metros quadrados em Aparecida de Goiânia, de propriedade da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego). O consórcio privado, formado pelas empresas ABL Prime, Máximo Construtora e Concreta Construtora, terá de investir R$ 67 milhões na construção da infraestrutura do condomínio e ganhou a licitação ao oferecer maior participação (de 30%) ao Estado na parceria imobiliária.

O Complexo Empresarial Metropolitano terá como destaque áreas para centro empresarial, truck service, centro de compras e serviços (mall) e hotel. Foram definidas a divisão dos lotes do empreendimento, que serão comercializados com as seguintes tipologias: lotes industriais (474 unidades), comerciais (49) e empresariais (44). No total serão 567 lotes, com área média de 2.000 m2, totalizando 1 milhão de metros quadrados.

O contrato do Estado com o consórcio privado foi assinado na semana passada e o início das obras aguarda a conclusão do licenciamento ambiental junto à SECIMA, do Estado.

Segundo o presidente do Codego, Júlio Vaz, será construído um condomínio fechado na área do Estado com todo aparato de segurança patrimonial, com controle de acesso e videomonitoramento, entre outros serviços. O complexo também contará com rede lógica, uma unidade do Vapt Vut Empresarial e toda estrutura de conveniência em localização estratégica e próxima onde será construído o novo anel viário entre Aparecida e Goiânia.

“Tem 800 empresas na fila interessadas em instalar suas unidades no local, mas vai depender muito da capacidade econômica”, afirma Vaz. A principal vantagem, que garante competitividade, é que os empresários que adquirirem os terrenos serão beneficiados com o crédito outorgado do ICMS. Ainda não se sabe o número de empresas que o futuro complexo irá abrigar. Júlio Vaz afirmou que, apesar do grande interesse, existe escassez de áreas para a criação de novos distritos industriais em Goiás.


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